quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Mudanças constantes...

"Eu lembro do tempo que passamos juntos nos nossos passeios, nós tínhamos milhões de perguntas sobre as nossas vidas. Eu lembro do tempo que passamos juntos, que não foram suficientes. E costumava parecer um sonho, mas sempre acordávamos.
Hoje a noite eu caí e não consigo me levantar. Eu preciso que as suas adoráveis mãos venham me buscar. E toda a noite eu sinto a sua falta, posso apenas olhar para cima e saber que as estrelas estão segurando você, segurando você, segurando você hoje anoite."



Logo ele... Cheio das desconfianças, ironias, lembranças e manias, se vê exposto em sua mais íntima alegria. Alegria estampada no rosto e nas palavras, que antes, ásperas e grosseiras, subitamente modificadas para traduções de sentimentos bonitos, coloridos e porque não dizer estampado de flores? É o amor, em sua terceira forma, e como costumam dizer, a terceira (em tudo) é a ultima chance, ultima vez, o fim. Até acredito mesmo que seja, a primeira é para experimentar toda a inocência da paixão e aventura quando não se tem cobranças na vida. A segunda vem para testar você como pessoa, conhecer a si mesmo, e se preparar para a terceira fase -a fase final- que acredito ser de onde parte o tal felizes para sempre. Acredito mesmo, que esse é o começo de um final feliz, não digo um final, mas de um caminho de tijolos amarelos, onde uma garota quer saber mais que apenas o arco-íris que vê, e um homem de lata em busca do seu coração se encontram, e juntos vão em busca da terra encantada, o tal mágico, ou mágica, ou felicidade, até perceber que o que procuram já encontraram!
[C. //fuimorarnumacasinhanha]
E quero viver com você, assim, até não aguentarmos mais...


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